A última turma do ano iniciará dia 30 de novembro.
Quero te ver lá!
Abraços!
anaveetmaya
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Hoje eu acordei pensando sobre desequilíbrios. Sempre que eu estou muito cansada, se estou com trabalho em excesso, se estou atordoada por ataques de ondas magnéticas nefastas, meu refúgio é seguir a rotina e fazer meu trabalho com disciplina e foco redobrados. Coloco toda minha atenção em cada coisa que estou fazendo. Do lavar meu rosto, escovar o dente, preparar o meu café, mastigar meu pão com manteiga, minha atenção é plena, total. Cada coisa que faço é única. Eu me dedico. Assim, enquanto mastigo cem vezes, enquanto pratico minha jardinagem, enquanto lavo a louça minuciosamente, minha mente se acalma. Isso é pura meditação. E assim como veio a fúria, a ira passou, a loucura cedeu, meu coração aquietou, a paz retornou, minha mente se equilibrou. Tente você também!
Hoje quando olhei pra minha netinha que acabou de nascer e já está batendo palminhas refleti sobre o tempo. Ontem eu levava minha filha nadar e agora levarei a netinha nadar no mesmo local. Há um hiato de tempo entre essas ações. Há vida e movimento. Mas o tempo nunca me esperou. O tempo não me esperou curtir e não me esperou sofrer. O tempo nunca parou para eu me recuperar da dor de quem partiu. E também não me esperou cuidar das minhas feridas pra tratar da ferida do outro. O tempo passou enquanto eu gemia de dor e passou enquanto eu vivia alegrias. O tempo não quer saber se tem goteira no telhado. Para o tempo não lhe interessa saber se eu tenho dinheiro pra consertar a batida no carro, pagar a conta de água, luz e o condomínio. O tempo quer que se danem as brigas de relacionamento, o desamor, a solidão ou o contentamento. O tempo simplesmente passa. E eu ainda me pergunto: - Quem sou eu? Sinto que algo mudou. Dizem do meu lado que foi o tempo. Mas estou certa que fui eu.