2 December 2013

ENTREVISTA: AI QUE MEDO!

por Ana Veet Maya

Você foi selecionado numa primeira etapa onde concorreu com vários candidatos e agora foi chamado pra segunda etapa: a entrevista.

Pinta o medo, uma insegurança, uma dor de barriga e você fica pensando:
- Será que vou passar?

Pensando em você que está sofrendo desse medo neste momento, escrevo para te dar umas dicas.




1-Sua aparência:
Vá vestido de forma comum, sem roupas exuberantes, exóticas .                       
Deixe suas tattoos encobertas, porque infelizmente vários candidatos, conforme as diretrizes da empresa, não serão selecionados pelo preconceito que existe em relação ao tema.
Mulheres evitem decotes profundos e saias curtas.                                                                           
Homens e mulheres, cabelos limpos e penteados.                                                                          
Mulheres de cabelo longo, neste dia, dêem preferência para cabelos presos com elegância e simplicidade.                            
Evitem o uso de muitas jóias e ou bijuterias. Maquiagem natural. Unhas cuidadas,
O que se deseja com estas dicas é que a sua aparência e seu modo de se trajar não roube a atenção do seu entrevistador.
Que o entrevistador tenha uma boa impressão de você, clara e limpa e que possa focar não na sua aparência, mas sim nas suas palavras, nas idéias sobre as quais irá discursar.


2- A sua conversa:
A sua conversa com o entrevistador deve ser objetiva.
Responda com naturalidade, apenas as perguntas que lhe forem feitas.
Não fale a menos e nem a mais.
Se tiver dúvida sobre algo, responda:  
- Ainda não tenho idéia formada sobre esse assunto.
Não queira “enrolar” o seu entrevistador, dar respostas magníficas, brilhantes, mas que não representam a sua verdade interior.
Seja sempre verdadeiro porque a expressão da mais pura verdade sempre irá lhe ajudar.  
Falar a verdade lhe trará muita segurança. Confie no seu preparo, valorize a sua trajetória!


3- O seu olhar:
Valorize o seu conhecimento, confie no seu preparo e fale com seu entrevistador SEMPRE OLHANDO NOS OLHOS
Não abaixe ou desvie o seu olhar numa atitude passiva, insegura ou subserviente.
Você está concorrendo a uma vaga, um emprego, uma bolsa, seja lá o que for, você continuará a ser um cidadão LIVRE.
O seu entrevistador não é o seu algoz. Ele também não é o seu feitor. Ele não manda em você e nunca mandará. E ele não é nada além do que um ser humano tanto quanto você.
Não atribua a este desconhecido esta “importância” que ele de fato não tem. 
Sim. O entrevistador tem o poder de aprová-lo ou não.
Mas você é dono da sua vida e caso não passe nesta entrevista, isso será apenas um fato isolado na imensidão de todos os belos fatos que povoarão a sua vida.
Não superestime o valor do outro.
Dê valor a si mesmo.



4 – A sua fala:
Não fale correndo.
Não fale como quem está cansado e morrendo.
Sua voz deve ter ritmo, modulação. Transmita energia!
Evite vícios que são tão comuns no início ou no final das frases, como os “né”, “ta”, “então””, “bem”, etc
Elimine o uso excessivo de “ah”, “eh”, durante o discurso.
Entre uma frase e outra, pontue, respire!
Postura corporal, outro segredo.
Seu corpo já expressa tudo sobre você muito antes de você abrir a boca pra falar.
Nada de ombros caídos, nada de ficar com as mãos presas atrás ou nos bolsos, nada de ficar olhando pra baixo como se fosse um bezerrinho carente.
Também não fique duro e tenso como uma múmia paralisada.
Fique natural.
Use os gestos com vivacidade, como aliados da sua fala.
Aja com naturalidade, movimente-se com naturalidade, demonstre equilíbrio e segurança.
Exercícios de meditação e respiração lhe ajudarão a equilibrar-se.



3- O medo X quem sou eu
O medo surge porque queremos realizar o nosso objetivo e não queremos ser reprovados pelo “outro”, não queremos “perder”...
Mas de verdade, de verdade, nós não temos o poder de brecar isso...
O outro, de fato, neste momento, poderá nos contratar, ou não...
Então, o que fazer?
Ficar sofrendo e inseguro? É essa a vibe que você deseja pra você?
Não!
Nada disso!
Vamos desenvolver o nosso amor-próprio, a nossa auto-estima.
E vamos aprender a lidar com consciência e amorosidade, sobre a possibilidade do sim ou do não,
Não vamos dramatizar, nem supervalorizar.
Vamos APENAS manter nosso foco e nossa TRANQUILIDADE.
Vamos nos lembrar que tudo nesta vida é transitório, tudo passa.
Se uma porta fecha, outra abre.
É verdade isso!
Então, por que sofrer por antecipação pela possibilidade de algo que podemos “perder”?
Mas o que é que de fato “possuímos” de verdade?
Entre o “ter” e o “ser”, escolha o ser...
Seja equilibrado, consciente de suas possibilidades.
Se você não conseguir desta vez, outra oportunidade surgirá.
A vida é feita de oportunidades.
Quando seguimos para uma entrevista, não sabemos EXATAMENTE todos os critérios para a seleção... Não sabemos perfeitamente quais as diretrizes da empresa e nem o que de fato o entrevistador está avaliando em nós. E não temos domínio sobre a empatia...
Assim sendo, o que nos resta fazer?
Apenas ter consciência, lidar com nossa ansiedade e nosso “medo” e não supervalorizá-los...
Vamos dar o NOSSO MELHOR sempre com muita energia e positividade.

Não temos o domínio sobre o futuro, temos?

Vamos então viver o aqui-agora.

Estudar, aprender, aprimorar, compartilhar, desenvolver, abrir portas,  fechar portar, mudar o trajeto, aceitar o novo, promover a integração, buscar saídas, aceitar os nãos, aplaudir os sims e sorrir para a vida, sempre com reverência e agradecimento.

Tudo já está certo do jeito que está.
Conscientes, respiremos agora bem profundo, deixemos nossos medos para trás, cabeça erguida, caminhar firme, sigamos em frente!
Coragem!

Tenhamos fé em Deus e tenhamos fé em nós mesmos, porque Deus está em cada um de nós.


Boa entrevista, meu irmão!

30 November 2013

CARMINHA LEVY

por Ana Veet Maya

Conheci Carminha Levy e a PAZ GÉIA no ano 2000, através da querida amiga a Xamã Yatamalo.

Treze anos se passaram, Xamã Yatamalo volta a São Paulo e para minha alegria, coube a mim a missão de recepcioná-la, ser sua produtora na sua jornada de cura em SAMPA e levá-la até sua querida mestra CARMINHA LEVY.

Foi uma emoção encontrar Carminha em seu traje do dia, seu vestido azul elegante e com brilho, seu perfume delicioso que inspirava o frescor da terra, seu cabelo loiro e muito bem tratado, penteado com cuidado, sua boca sempre sorridente e sempre com uma cor perfeita de batom, seu lenço esvoaçante e seu chapéu leve como as asas de borboleta que ela parece possuir de fato...

Fiquei observando o encontro de duas mestras...

Só beleza, só carinho, amorosidade, alegria e muita paz. 
Lá na PAZ GÉIA...

Yatamalo não cabia em si de tanta alegria. Carminha idem.

E eu, silenciosa, curtindo essa vibe de luz.
Não me contive e quis fotografar a cena... 
Não sei se consegui transmitir na foto o que senti. 


Mas os sorrisos refletem a alegria de dois corações amigos, fiéis , solidários, seres de luz e do bem que se encontram, que somam forças, que se separam e se desapegam, pra logo em seguida se ligarem novamente num outro projeto comum ou somente para compartilhar a alegria do amor e do bem viver.






Olhei a fotografia que tirara e sem dúvida exclamei : 

- Carminha, uma linda sereia!

Pra todo mundo ela é a professora, a psicóloga sábia, a pioneira no ensino simultâneo de Xamanismo e que criou um programa de Facilitadores Xamânicos em Xamanismo Matricial que resgata a sabedoria da Grande Deusa Mãe Terra: a Madona Negra - o matriarcado associando-o ao patriarcado - o Xamanismo Matricial, a criadora da PAZ GÉIA.










Para mim, Carminha Levy é uma mulher poderosa e cheia de mistérios, sensual e consciente do seu charme, uma sedutora que tudo consegue com sua sabedoria, sua amorosidade e seu canto! 

Porque Carminha Levy é uma linda sereia!

AHOW!


Conheça Carminha Levy e a PAZ GÉIA : 
http://www.pazgeia.org.br/arquivos/escola_pazgeia.htm






29 November 2013

O RITMO DA VIDA

vida 
ritmo 
nada para 
no ritmo da vida
anaveetmaya

O CÉU DOS ANIMAIS

Neste exato momento, quantos amados bichinhos, nossos amores de quatro patas estão nascendo e quantos estão partindo?
Este vídeo me ajudou muito quando minha filhinha SOFIA de quatro patas, partiu para outra vivência em outubro de 2012.
Assim compartilho com todos.
Sei que a muitos ajudará a chorar para depois sorrir novamente.
abraços quentinhos a todos os que amam, a todos os que sofrem, a todos os que persistem na caminhada!
anaveetmaya






CONVIVENCIA

Convivência é assim mesmo.
Vamos aprender?
;)
abraços a todos que me lêem e que gostam das dicas que compartilho
ana veet maya





28 November 2013

XAMÃ YATAMALO : conheça!



A xamã Yatamalo (Marise Dantas) é psicóloga de formação, paraibana de nascença e xamã no coração. Trabalha com terapias holísticas e curas xamânicas desde o início da década de 90.                                                                                                                       
Na Taba da Águia, João Pessoa –PB ela recebe convidados palestrantes e oficineiros, cedendo espaço para eventos xamânicos e holísticos para o engrandecimento da alma e a Cura da Mãe Terra.                                                                                                                     
Há uma série de atividades periódicas, como as Rodas de Cura todas as segundas-feiras, e as cerimônias da lua cheia, que acontecem uma vez por mês.                                              
A xamã realiza trabalhos de cura individuais como terapeuta, ministra cursos e trabalhos em grupo e também atendimentos à distância, realizando jornadas internas com horário marcado combinado com os pacientes.                                                                                           
É possível ter a xamã Yatamalo na sua cidade para atendimentos individuais e trabalho em grupo, bem como participação em eventos.                                       
http://www.tabadaaguia.com/        contato: tabadaaguia@gmail.com

26 November 2013

CHAMA A XAMÃ !

Por Ana Veet Maya

São muitos os caminhos e as portas estão todas abertas.

O Divino está dentro de nós e ao nosso redor, acima, embaixo, no meio, na luz e na sombra, em cada pedacinho de céu, de terra, de água, de fogo, de ar e de todo o éter.

A Sabedoria jorra da Natureza aos borbotões.

Fomos agraciados com nosso corpo físico, nossa mente, nossa alma...

Descobrimos o fogo, "inventamos a roda" e de lá para cá, a descoberta e a evolução da ciência nunca mais parou.

Com tanta beleza e perfeição da nossa mãe Terra, com tanto progresso e evolução, por que será então que nos entristecemos e adoecemos cada dia mais?

Vemos a tristeza, a falta de esperança e a solidão se instalarem profundamente nas nossas vidas.

Nos vemos vítimas de toda sorte de desequilíbrios, maldades e destruição.

E a natureza se revolta e também chora.

E nós choramos.

E o sorriso, a alegria da criança desaparece.

E quando perdemos a alegria de viver, nós já estamos mortos;;;

A alegria é nossa principal ferramenta para a sobrevivência com qualidade de vida.

E eu, uma simples buscadora, desemboquei nas terras de João Pessoa, buscando minhas origens, novos/velhos conhecimentos e a alegria que brota sem cessar e sem esforço.

Na nova era que se iniciava, lá no ano 2000, entrei em contato com a Xamã Yatamalo, lá na sua Taba da Águia em João Pessoa. ( http://www.tabadaaguia.com/ )

YATAMALO é uma pessoa iluminada, cheia de alegria e de paz, cultivada, aprendida e compartilhada ao longo de sua jornada de luz.

A gente não precisa entender nada de xamanismo.

Não precisa também entender nada de religião, qualquer filosofia.
Basta estar com ela.

É tanto equilíbrio e amor que dela amanam que a gente se sente imediatamente em paz, seguro, protegido e feliz pela energia que brota de seu coração.

Mas para sentir e aprender, precisamos abrir nossas couraças e remover muitos bloqueios, inclusive os dos julgamentos!

Precisamos parar de querer enquadrar o novo, julgando como certo ou errado, como bom ou mau, elevado ou pouco espiritualizado...

É o novo.
Mas nem tão novo...

É o conhecimento e a prática que vem dos nossos ancestrais.
O xamã é um curandeiro.
Ele não incorpora espíritos para curar.
Ele acessa a sua ancestralidade...
Ele dá passagem para a sabedoria das vovós e dos vovôs.
Ele escuta com o coração e naturalmente, com simplicidade, trabalha e cura nossas feridas do corpo, da mente e da alma, desta e de outras vidas...
É muito profundo e misterioso o trabalho do Xamã quando viaja no tempo sem barreiras e vai resgatar a nossa alma que ficou presa em experiências traumatizantes do passado...

E assim, esse curandeiro cheio de pureza, humildade e talentos, disciplinado e caridoso, utilizando as medicinas mais simples, amparado por sua ancestralidade e seu animal de poder e de cura, auxiliado pelo som da maraca, do tambor, dos cantos, da dança e de toda medicina que a natureza oferece, promove verdadeiros milagres!

Está feita a apresentação da minha querida irmã, a Xamã Yatamalo.
Mas na verdade, ela não precisa de apresentações.
Não precisa de livros, de publicações em revistas e jornais.
Ela não precisa de fama e de estar na mídia.
Ela já é luz e não precisa de luz emprestada.

Se um dia você estiver com ela, apenas aproveite!

A jornada de cura da Xamã Yatamalo aqui em São Paulo começou no dia 20 de novembro e terminará no dia 27.
Foram muitos atendimentos individuais, uma vivência xamânica e uma roda de cura.
Amanhã ela atenderá na PAZ GÉIA, da Xamã Carminha Levy, uma das mestras de Yatamalo. (http://www.pazgeia.org.br/arquivos/escola_pazgeia.htm )

Entre em contato com a Yatamalo!
Muitos trabalhos podem ser realizados sem seu corpo presente, porque ela acessará a sua alma.
Confie e se entregue!
Xamã Yatamalo! AHOW






16 November 2013

STUDIO C

Por Ana Veet Maya
Texto dedicado aos amigos do STUDIO C e especialmente, a você, CARLINHOS!
O STUDIO C é um tradicional salão de cabeleireiros,  R Doutor João Ribeiro 259 - Penha França São PauloSP | CEP: 03634-010 

Passamos por essa vida cercados por familiares e amigos queridos.
Muitas vezes não valorizamos o suficiente, não agradecemos, não aplaudimos, não celebramos.

Tantas vezes um bloqueio da comunicação, a timidez por exemplo, não nos permite nos aproximar do outro, apertar suas mãos e lhe falar olho-no-olho: - Eu gosto de você.

Mais do que simplesmente falar, o olhar deve transmitir o sentimento que a palavra contém.

Ao longo destes últimos vinte anos, pra manter minha imagem, conto com a arte e amizade dos profissionais do Studio C.

Os cabeleireiros são nossos cúmplices, nossos psicólogos, a palavra certa, o toque certo, o melhor corte e a melhor cor, naquele momento em que nos sentimos blé e queremos ficar bem, quando tristes, queremos melhorar o que tá fora pra estimular o que tá lá dentro... 

Quantas mudanças Décio, Carlinhos, Rhai, promoveram e promovem em mim! 
Carlinhos, Décio, Rhai, sempre me mandando pra frente ou me segurando quando minha loucura era demasiada... 

Vocês acompanham a minha história e eu a de vocês, desde que o salão ficava no Cangaíba... 

Meu beijo e meu carinho a todos meus queridos amigos, meu carinho especial pra meu amigo Carlinhos. Você é trabalhador, abnegado, consciente. Você merece todos os frutos saborosos que vem colhendo.

Aos amigos que preenchem minha vida de glórias, saibam-se amados e recebam neste momento meu abraço quentinho e especial.
Anaveetmaya novembro de 2013

14 November 2013

PRATIQUEMOS A FÉ

por Ana Veet Maya

Há sentido em tudo o que acontece em nossas vidas. 
Há lições. 
Tudo é um grande APRENDIZADO. 
Com amor ou com dor, se aconteceu, é porque tinha que ser. 
Ação, reação. 
Bom mesmo é termos nosso coração e nossa consciência tranquilos de que fizemos o nosso melhor.
Sejamos honestos. 
Tenhamos paciência. 
Nem sempre a verdade que vivemos é a mesma verdade que o outro enxerga. 
Todos sentimos dor.
Mas a vida, o tempo e a justiça Divina se encarregarão de colocar pontos finais e fazer cicatrizar os buracos das feridas provocadas por tantas exclamações de perplexidade.

Lembremos as palavras de Gandhi:
Temos de nos tornar a mudança que queremos ver no mundo.

Pratiquemos a fé!

ABORRECIMENTOS

(Redação do Momento Espírita com base no cap. 13 do livro  Para uso diário, pelo Espírito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter. Em 06.12.2010. visite o site : http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=57&let=&stat=0  )
Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o hábito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chateações.
Nada mais corriqueiro entre os indivíduos humanos.
Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada menção se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, também na sociedade dos adultos o mesmo fenômeno ocorre.
Mais do que compreensível é que você, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos episódios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.
Compreensível que se agite, que se irrite, que alteie a voz, que afivele ao rosto expressões feias de diversos matizes.
Em virtude do nível do seu mundo íntimo, tudo isso é possível de acontecer.
Contudo, você não veio à Terra 
para fixar deficiências, 
mas para tratá-las, 
cultivando a saúde.
Você não se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para fazê-los amadurecer para os campos da razão lúcida.
Você não nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irritação que desarticula o equilíbrio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com Deus, à medida que cresça, que amadureça, que se enobreça.
Desse modo, os seus aborrecimentos diários, embora sejam admissíveis em almas infantis e destemperadas, já começam a provocar ruídos infelizes, desconcertantes e indesejáveis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos abençoados com Jesus Cristo e com Seus prepostos.
Assim, observe-se. Conheça-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.
Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experiências íntimas.
Aproxime-se um pouco mais dos Benfeitores Espirituais que o amparam.
Perante as perturbações alheias, aprenda a analisar e não repetir.
Diante da rebeldia de alguém, analise e retire a lição para que não faça o mesmo.
Notando a explosão violenta de alguém, reflita nas consequências danosas, a fim de não fazer o mesmo.


Cada esforço que você fizer por melhorar-se, por educar-se, será secundado pela ajuda de luminosos Imortais que estão, em todo tempo, investindo no seu progresso, para que, pouco a pouco, mas sempre, você cresça e se ilumine, fazendo-se vitorioso cooperador com Deus, tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manhãs de perene formosura.
*   *   *
Quando você for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.
E, quando houver conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfação: Fui o mais forte.

Redação do Momento Espírita com base no cap. 13 do livro Para uso diário, pelo Espírito Joanes, psicografia de Raul Teixeira,
ed. Fráter.

Em 06.12.2010.

11 November 2013

A ÁRVORE TORTA

Texto de autoria de Paulo Roberto Gaefke
a dica veio do Abodha

A árvore torta

Um dia, diante da velha árvore torta, um pinheiro todo vergado pelo tempo, o sábio da aldeia ofereceu a sua própria casa para aquele discípulo que “conseguisse ver o pinheiro na posição correta”.

Todos se aproximaram e ficaram pensando na possibilidade de ganhar a casa e o prestígio, mas como seria “enxergar o pinheiro na posição correta”? O mesmo era tão torto que a pessoa candidata ao prêmio teria que ser no mínimo contorcionista.

Ninguém ganhou o prêmio e o velho sábio explicou ao povo ansioso, que ver aquela árvore em sua posição correta era “vê-la como uma árvore torta”. Só isso!

Nós temos em nós, esse jeito, essa mania de querer “consertar as coisas, as pessoas, e tudo mais” de acordo com a nossa visão pessoal. Quando olhamos para uma árvore torta é extremamente importante enxergá-la como árvore torta, sem querer endireitá-la, pois é assim que ela é. Se você tentar “endireitar” a velha árvore torta, ela vai rachar e morrer, por isso é fundamental aceitá-la como ela é.

Nos relacionamentos é comum um criar no outro expectativas próprias, esperar que o outro faça aquilo que ele “sonha” e não o que o outro pode oferecer. Sofremos antecipadamente por criarmos expectativas que não estão alcance dos outros, porque temos essa visão de “consertar” o que achamos errado.

Se tentássemos enxergar as coisas como elas realmente são, muito sofrimento seria poupado.

Os pais sofreriam menos com os seus filhos, pois conhecendo-os, não colocariam expectativas que são suas, na vida dos mesmos, gerando crianças doentes, frustradas, rebeldes e até vazias.

Tente, pelo menos tente, ver as pessoas como elas realmente são, pare de imaginar como elas deveriam ser, ou tentar consertá-las da maneira que você acha melhor. O torto pode ser a melhor forma de uma árvore crescer.

Não crie mais dificuldades no seu relacionamentos. Se vemos as coisas como elas são, muitos dos nossos problemas deixam de existir, sem mágoas, sem brigas, sem ressentimentos.

E para terminar, olhe para você mesmo com os “olhos de ver” e enxergue as possibilidades, as coisas que você ainda pode fazer e não fez. Pode ser que a sua árvore seja torta aos olhos das outras pessoas, mas pode ser a mais frutífera, a mais bonita, a mais perfumada da região, e isso, não depende de mais ninguém para acontecer, depende só de você.

Pense nisso!

(Paulo Roberto Gaefke)

26 October 2013

ISTO TAMBÉM PASSARÁ

história Sufi
Certo dia, um poderoso Rei, governante de muitos domínios, sentiu-se confuso. Então chamou seus sábios e disse:
"Embora não saiba o motivo, algo me impele a procurar alguma coisa que possa equilibrar meu estado de espírito. Algo que me faça alegre quando eu me sentir infeliz e que ao mesmo tempo, me faça triste quando eu me sentir feliz".
Os sábios, sem entender o que significava aquele pedido, foram pedir conselho a um santo Sufi.
O Sufi, depois de escutar o que os sábios lhe disseram, tirou um anel do dedo e entregou a eles.
"Dêem este anel ao Rei. Existe uma mensagem oculta sob a pedra. Mas digam-lhe que há uma condição que deve ser cumprida. A mensagem não deve ser lida apenas por curiosidade, porque então ela perderá o significado. A mensagem está debaixo da pedra, mas é necessário um momento certo na consciência do Rei para encontrá-la. Não é uma mensagem morta que ele simplesmente vai abrir e ler." Disse o Sufi.
"A condição que tem de ser preenchida é a seguinte: Quando tudo estiver perdido, quando o momento for impossível de ser tolerado, quando a confusão for total, quando a agonia for perfeita, quando ele estiver absolutamente indefeso, e quando nem ele nem a mente dele tiver nada mais para fazer, só então deverá abrir a pedra do anel. A mensagem estará ali". Complementou o Sufi.
O Rei recebeu o anel e seguiu as instruções do Sufi, transmitida através dos sábios.
O Rei tinha muitos inimigos na corte. Certo dia houve uma rebelião e o seu castelo foi tomado por seus inimigos. Não lhe restou alternativa a não ser fugir para salvar sua vida. Seus inimigos não teriam piedade dele. Seria certamente morto, se capturado.
O país estava perdido. O inimigo estava vitorioso. Apareceram muitos momentos em que ele esteve no limiar de tirar a pedra e ler a mensagem, mas achava que ainda não era o fim: "Ainda estou vivo. Mesmo que o reino esteja perdido, posso recuperá-lo. O reino pode ser reconquistado".
Os seus inimigos o perseguiram. Ele podia ouvir os barulhos dos cascos dos cavalos ao tocar nas pedras e chegavam cada vez mais perto. Ele continuou fugindo. Os amigos que seguiam com ele foram ficando pelo caminho. Seu cavalo morreu de cansaço e ele passou a correr a pé. Os pés sangravam, e embora sem poder andar nem mais um passo, ele teve de correr sem parar. Ele tinha fome e o inimigo se aproximava cada vez mais. Ele subiu por um caminho entre as pedras e chegou a um ponto sem saída. A trilha terminou. Não havia mais estrada à frente, apenas um abismo. O inimigo estava cada vez mais perto. Não podia voltar, pois o inimigo estava lá e também não podia saltar. O abismo era grande. Ele poderia morrer na queda. Agora parecia não haver mais possibilidades, mas ele ainda esperava pela condição.
Ele disse: "Ainda estou vivo, talvez o inimigo vá noutra direção. Talvez, se pular neste abismo, eu não morra. A condição ainda não está preenchida".
E então, subitamente, sentiu que o inimigo estava perto demais. Quando ele decidiu saltar, viu que dois leões famintos e feroses chegaram na parte de baixo do abismo e olhavam para ele. Não restava mais tempo. O inimigo estava muito perto e seus últimos momentos simplesmente haviam chegado.
Rapidamente ele tirou o anel, abriu-o e olhou por trás da pedra. Havia uma mensagem que dizia: "ISTO TAMBÉM PASSARÁ".
De súbito, tudo se relaxou! "ISTO TAMBÉM PASSARÁ". Aconteceu naturalmente um grande silêncio. O inimigo foi para outra direção se afastando cada vez mais. Ele então se sentou e descansou.
Depois de dormir por um longo tempo, ele acordou e começou a voltar em direção ao castelo. A medida que retornava ele ia tomando consciência de que seus amigos tinham feito uma contra revolução. Seus inimigos haviam sido derrotados. Chegando ao castelo viu que era novamente o Rei.
Nos dias que se seguiram houve um grande júbilo e grandes celebrações. O povo enlouqueceu, dançou nas ruas, iluminados pelas muitas luzes de várias cores dos fogos de artifício. O Rei estava se sentindo muito exitado e muito feliz. Seu coração batia tão rápido que ele pensava que poderia morrer de tanta felicidade. De repente, se lembrou do anel, abriu-o e olhou. Lá estava a frase: "ISTO TAMBÉM PASSARÁ". E ele relaxou.
História Sufi

A ILUSÃO

por Ana Veet Maya


Nas frestas
A ilusão esconde
Uma verdade
Que meu olhar não vê.
E a vida passa contente
Sorrindo jovialmente
Sabe-se lá por que...

16 October 2013

THE GREAT INVOCATION 1945

Porque o que é bom deve ser compartilhado.
Namastê!

14 October 2013

PRETÉRITO MAIS QUE PERFEITO

por Ana Veet Maya





Sou do tempo das ruas de terra e das tardes perfumadas de crisântemos e copos-de-leite.






Tempo das festinhas de aniversário com tudo feito em casa, paté de sardinha e salsa, bombocados, brigadeiros e cajuzinhos da mamãe.

Tempo de pular carnaval nas festas improvisadas nas casas de vizinhos, com confetes e serpentinas e a "seringa com sangue-de-diabo".

Festas de todos os tipos que envolviam toda a vizinhança, especialmente as Festas de Santo Antonio e São João.

Lembro-me das brincadeiras de roda e de esconde-esconde na rua, currupiu, escravos-de-Jó, pula carniça, manamula, pular corda, queimada, bafo, pião, pedrinhas,jogar eu com as quatro, cantigas e depois, quando mocinha, as festinhas na casa de amigas.

Eu amava o drops Dulcora, beber Grapette, Seven UP, Tubaína... Comer a gelatina Jello, o cigarrinho de chocolate e do dadinho Pan.

Morria de medo mas não deixava de ir no dangle do parquinho. E quando ainda bebê, a louca do Parque Xangai me assustava!

Sou do tempo do Aerowillis, do Karmanguia, do fusquinha e do anel de brucutu; tempo do Tremendão Erasmo Carlos e as melhores canções dele e de Roberto!



Eu usei papel carbono, caneta tinteiro, mata-borrão... Usei esfuminho e amava colar os desenhos do Desenhocop.

Ficava bem louca cheirando o álcool quando imprimia no velho mimeógrafo no Estadual da Penha.

Nunca tive dinheiro pra fazer curso de datilografia, mas aprendi a datilografar com dois dedos...

Sou do tempo do modess e da cinta higiênica, do soutien de bojo, da calça pantalona, do cabelo black power, da blusa de banlon, dos tons rosa-choque e verde-elétrico, da meia arrastão e da lixa de depilação..

Eu ficava encabulada com a dança da vassoura e raramente meus pais me deixavam ir nos bailinhos com luz estroboscópica... Só podia ir quando a festa era na casa da Irani.

Irani, suas irmãs e a Márcia iam sempre aos bailes de formatura, com os vestidos longos mais lindos que a Dona Terezinha fazia.

Amava ver os penteados de minha mãe e minha Tia Irene, super armados e cheios de laquê.





Sou do tempo do China e sua Blue Moon da Penha, dos LP's e da vitrola, tempo do Bread, Johnny Rivers, dos Creedences. Beatles e Rolling Stones... Amava ouvir o Hélio Ribeiro e suas traduções inesquecíveis das melhores músicas que me faziam sonhar.

Eu usei coque e vestido tubinho. Fui ao cinema Penharama assistir Ao Mestre com Carinho e Romeu e Julieta com a Olívia Houssey. Às vezes ia ao Cine Júpiter da Penha ou no Penha-Príncipe também.  










Eu não costumava cabular aulas, mas na hora do lanche amava ficar na quadra de educação física conversando com o Carlos, para depois esperá-lo passar de bicicleta em frente a minha porta...

Pegar o Penha-Lapa sozinha era o máximo da independência! Os amigos iam entrando...A Ivone, o Rafael Filizola com sua franja de Ronnie Von, sempre o maior gato do Estadual e o dono da melhor cortada...

Sou do tempo de fazer desenhos livres com a Dona Gilda do Estadual ou com Dona Odete (88) lá na Biblioteca Hans Christian Andersen do Tatuapé.





Era um luxo raro poder curtir uma banana split... Eu também amava tomar  a vaca preta do Superbom da Rua Tuiutí.

Sou do tempo das balas de goma e dos delicados, para mim os de sabor anis eram os prediletos.

Amava ver no céu os “quadrados” que meu irmão fazia com maestria e íamos empinar com meu pai nos descampados do Tatuapé.

Visitei muito o Papai Noel nas Casas Pirani, tomei lanche no Mappin, refresco nas Lojas Americanas do Centro e chá-mate de máquina que só existia na "cidade"!

Amava a murinhana da minha avó, o bolo de chocolate das Tia Berta e era uma festa almoçar todo domingo na casa do Padrinho Vergílio e da Madrinha Elvira...




Sou do tempo da “baratinha” sem capô do meu pai, dos Dodge do meu tio Pedro, dos carros esportivos do Tio Joel, da gaita do Tio Dico, da risada gostosa da Tia Zilda, do café da tarde da Tia Lucinda, da irreverência do Tio Leonel, da cara cheia de lama do tio Osório, da maionese da minha mãe Dona Flora, dos passeios na Riviera buscando pedrinhas com meu primo Armando ou em Interlagos com meu primo Delfo, enquanto assistiamos a corrida de carros ao vivo, pura emoção!




Eu precisei fazer admissão pra entrar no Estadual da Penha. Só pra ter que estudar pra caramba e aprender com os professores mais severos, que conseguiam extrair o nosso melhor sempre. Meu eterno agradecimento ao Professor Jorge Campello, que me influenciou tanto, que me tornei professora de inglês. Igualmente meu agradecimento a Professora Hebe, com quem comecei a aprender a ser autêntica e livre.

Minha salva de palmas a amiga e professora Eunice Valverde, que já naquele tempo “incluía” a todos os portadores de deficiência auditiva... Assisti-la dando aulas abriu meus olhos, ouvidos, minha mente... Observá-la ensinando, abriu meus caminhos para sempre!











Sou do tempo onde a gente namorava e fazia o maior glamour pra dar o primeiro beijo de língua. Andar de mãos dadas com o Mário Branco ou dançar Je t'aime de rosto colado, era digno de entrar no Primeira Mão daquele tempo... Pirava minha cabeça pura e romântica de menina.














Li muita fotonovela Grande Hotel, fazia a brincadeira do copo na casa da Irani de Paula e ir ao baile de quinze anos da Márcia no Clube Corinthians, foi inesquecível.

Aliás foi no Corinthians que aprendi a nada com meu pai e onde pude ter uma adolescência completamente saudável, nadando, jogando vôlei e boliche com minha turminha. E teve o beijo roubado perto do bondinho... Saudade do João Vicente.


Naquele tempo as famílias parece que eram mais unidas, ninguém ficava levantando tese e explicando o por quê. As coisas eram como tinham que ser, como os pais tinham aprendido com seus pais e que agora ensinavam para os filhos. Os pais e mães falavam muito não, porque tudo era difícil e caro e porque a maior parte das famílias trabalhava muito para ter somente o básico.

Eu tive várias bonecas Emília feitas de couro e artesanalmente pela minha Avó Anna, que guardava os pedaços de couro dos sapatinhos que meu pai fazia.

Meus brinquedos eram poucos e comuns. Assim eu amava poder brincar na porta com os brinquedinhos da Inês Guirelli, quando ela deixava...

Sou do tempo das fogueiras altas, do quentão, da carne-louca e do caqui docinho da árvore que ficava na casa da Tio Pedro e Tia Cema. Eu morria de medo com as histórias de terror da minha prima Leila e sua boneca Amiguinha...

Eu assisti a novela Redenção e lembro da primeira transmissão em cores do filme Bonanza... Eu pensava que minha TV preto e branco, no horário marcado, passaria a transmitir em cores. Fiquei muito decepcionada. E só quando casei com o Sebastião aos 18 anos, pude comprar minha primeira TV em cores!

Lembro que na minha rua ninguém tinha geladeira e nem televisão! Foi a Noêmia a primeira senhora a comprar geladeira.
Quando minha avó Anna comprou sua geladeira, ela deixava minha vizinha guardar sua carne. Era um sinal de muita amizade isso.

Nesta época faltava luz sempre e ficávamos brincando com nossas mãos de fazer sombras de bichos nas paredes!

Era um tempo de muitos casamentos na igreja e namoros no portão.

Tempo de comunidade de jovens JATO da Igreja Nova da Penha e do Padre Zé Maria, tempo de construção de ideais, de trabalhar no Projeto Rondon ao lado das amigas Neusa Justino e Rosemarie Lima...

Que tempo lindo foi este de aprender dobraduras e me tornar uma professorinha.

Sonhar era sempre muito bom e possível, porque todo sonho poderia virar realidade.



Amava os contos de fadas e ds festas de Cosme e Damião da Tia Emília.
Curtia ler os gibis do Walt Disney do Tércio e comer os bolos confeitados da minha Tia Amélia!

Saudade da praia de Santos e das festas de finais de ano inesquecíveis na Tia Hermínia e do Tio Sérgio.

Era o máximo ter de programa de final de semana, dormir na casa da Tia Irene e poder curtir um som na sua vitrola esteriofôncia.

Férias escolares sempre com a Kátia, toalha vermelha da vó Anna no décimo terceiro andar do Edifício Bermudas lá no Gonzaga.


Ainda lembro a emoção de ouvir o primeiro gravador e da gravação pela primeira vez das vozes do Tio Joel e a minha, cantando Toquinho e Vinícius.

O tempo do ontem construiu meu hoje feliz.

Agradeço a cada um dos citados e os não citados, por tudo o que representam em minha vida.

Familiares, amigos, professores, vocês são tudo de bom que há pra se lembrar e fazem
parte do meu pretérito mais-que-perfeito!

Vivas!

2 October 2013

A MINHA ORAÇÃO

por Ana Veet Maya


A minha oração é frequente, mas não tem dia e nem hora marcada.

Olho o céu com tamanho reconhecimento... Valorizar todos nossos dons, a dádiva da vida, a beleza da mãe Terra que nos abriga, é uma oração.

Cada flor que nasce, cada bichinho que acarinho e me acarinha também, agradeço ao Pai. Interagir, compartilhar, é uma forma de oração.

Viver a vida sem medo, enxergando e valorizando no outro todas as belezas, possibilidades e qualidades que gostaria que o outro enxergasse em mim... Agir assim também é uma oração.

Minha oração também vem em forma de sorrisos despretensiosos, de abraços quentinhos, de lágrimas que choro junto... A dor que acalento e massageio pra tentar fazer doer menos...

A minha oração vem na forma de palavras de alerta, palavras que falo ou as que escrevo e que buscam sempre incentivar. 

Minha oração também pode ser em forma de compreensão, de não-julgamento, de aceitação, esperança e fé. 

E você? Como é a sua oração? 

Aqui David Darling ora tocando seu cello! 
Lindo demais!